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terça-feira, 9 de junho de 2015

Se conhecemos...

"Se conhecemos o adversário e a nós mesmos, não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecemos, mas não ao adversário, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecemos, nem ao adversário, sucumbiremos em todas as batalhas"
(Sun Tzu - A Arte da Guerra)

 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

O ano em doze fotografias

O último dia do ano sempre é um momento oportuno para se fazer um balanço de tudo o que foi feito no período que se passou e, com isso, lançar as bases para o novo ano que se inicia.
Levando isso em conta, o que pode ser levado de legado do ano que se passou para o ano que está chegando? Cada pessoa, a partir de suas experiências, tem a sua resposta. Da minha parte, o que posso compartilhar a partir de minhas experiências?

Um novo ano sempre traz novos horizontes. Novas perspectivas. Mesmo que consideremos apenas uma reles data de calendário, a virada do ano sugere que a vida é feita de etapas que começam, terminam e recomeçam, seguindo-se o ciclo. Assim, quando um ano começa, é hora de mirar à frente, não se apegando e ao mesmo tempo não esquecendo as experiências do passado.


(Rota do Sol - Itati/RS)

A partir desta mirada, inicia-se o rumo pelo novo ano. No devir dos passos, é possível que consideremos que é o momento para mudar e percorrer um novo caminho.


(Entrada de La Pedrera - La Paloma/Uruguay)

Escolhido o novo rumo, ao se percorrer a estrada, é possível que o traçado reserve alguma curva inesperada que altera o percurso.


(Estrada para Barragem do Blang - São Francisco de Paula/RS)

Tal mudança pode levar a novas possibilidades não imaginadas até então. Cabe decidir se vai aderir a elas ou não.


(São Francisco de Paula/RS)

Muitas vezes, não aderir é o mais cômodo, mas não necessariamente é a melhor saída, pois pode levar à estagnação. Porém, aderir pode significar o percurso por um longo e árduo caminho, cheio de dúvidas e inseguranças.


(Estrada do Meio - São Francisco de Paula/RS)

Alguns pontos do trajeto param em abismos os quais exigem a construção de pontes caso queiramos prosseguir.


(São Francisco de Paula/RS)

Nem sempre essa nova possibilidade nos conduz à vitória. Pelo menos não da forma como inicialmente imaginamos. No caminho, pode haver uma porta fechada. Nesse caso, é o momento de encerramento de um ciclo...

(Loteamento São Miguel - São Francisco de Paula/RS)

... que leva ao início de outro. Como as flores que desabrocham novamente após mais um inverno.


(Lajeadinho - Igrejinha/RS)

Afinal, a vida segue. Cabe encontrar o rumo adequado para o novo ciclo.


(Ecoparque Sperry - Gramado/RS)

"Nunca se fecha uma porta sem que se abram outras" - dizem. Se não há como seguir pelo caminho inicialmente idealizado, é o momento certo para preparar terreno para alçar novos voos.

(São Leopoldo/RS)

E voar. Mesmo sem ter certeza de onde é destino. Pois sabe-se que há um destino. Um aeroporto seguro para se pousar. Um pouso que possibilitará novos passos.


(Trajeto aéreo entre Campinas/SP e Porto Alegre/RS)

Enquanto não se pousa, segue-se o voo, olhando-se para o percurso feito no ano. E tendo a certeza de que nenhum momento do recorrido no período foi em vão. A certeza de que o ano que se passou, tanto nos bons quanto nos maus momentos, valeu cada segundo vivido. Valeu cada pegada deixada na areia da vida.


(Praia de Curumim - Capão da Canoa/RS)

E tendo também perspectivas para o voo que se segue no ano que está chegando. A perspectiva de que as novas intenções e ações conduzam a novos resultados. A perspectiva de que cada momento do novo ano também seja de se dizer, ao final, que valeu a pena.

Valeu, 2014! Que venha 2015!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Pôr do Sol

Certa vez, tomara conhecimento de que lá havia um pôr do Sol espetacular. O Sol se punha sobre o mar. Tão lindo que havia virado costume aplaudi-lo ao seu final. Isso não era comum onde vivia.
Lógico, não foi para lá só por causa disso. Na realidade, o que o inspirou foi uma canção que falava do local e que muito gostava. De mala e cuia (ou melhor, de mochila e sem cuia), partiu.
Sem embargo, os dias em que lá esteve foram pouco favoráveis. Na época, estava atipicamente chuvoso. Muitas nuvens.


Será que não terá pôr do Sol? pensava. Ainda que com uma ponta de frustração, estava gostando do local.
No último dia, surpresa. O céu estava claro. Poucas nuvens. Um sol com todo seu esplendor. Saiu a passear para um local próximo.




Contudo, o devir do dia lhe pregaria uma peça. As nuvens, pouco a pouco, tomaram conta do céu. Primeiro, mais claras. Em seguida, mais escuras.



Até que a chuva surgiu. Forte. Durou pouco tempo. Depois, veio uma chuva fraca e persistente, que se manteve. Nuvens encobriam o Sol.



Não vai ser desta vez! pensou, um tanto triste. O Sol não vai da o ar de sua graça... Não terão aplausos... seguia a falar.
Ainda imerso em seus pensamentos, mirou-se à janela. Surpresa! Deu de cara com um sol esplendoroso. Não perdeu tempo. Correu rumo à orla.





Certo, as nuvens ainda imperavam. Mas isso não importava mais. O ponto que deveria estar claro estava. Melhor: as nuvens estavam coloridas. Refletiam a luz do Sol, formando uma combinação digna de pintura.


O que mais poderia querer? pensou. Olhou para o outro lado: como sempre, depois de uma chuva, um arco-íris pairava sobre as nuvens. Um presente dos céus. O que mais poderia querer?


Ora, o principal! O que tanto queria. O pôr do Sol. Não era o crepúsculo que inicialmente esperava. Frustração? Qual! Se o que estava a contemplar estava acima de todas as expectativas? Frustração, que nada! Estava admirado, afinal, não era o que esperava. Era muito melhor.
Passados alguns minutos de esplêndida paisagem, eis que surge o momento culminante. Quando enfim o Sol e a água se encontram. Como duas pessoas que se amam por inteiro.


Momento que se consuma quando o Sol desaparece nas águas plácidas do mar. Digno de aplausos, como já pregava a tradição local.


Esse dia o incentivou a não desistir de seus sonhos. Nem mesmo quando todas as circunstâncias lhe parecem contrárias. Pois muitas vezes os sonhos se realizam justamente no momento em que não se vislumbram perspectivas, como já lhe disseram em outro momento...


(fotos de Natã Camilo. Costa de Rocha, Uruguay. Fotos 2 e 3: Cabo Polonio. Foto 4: Ruta 10, entre Cabo Polonio e La Paloma. Fotos 1, 5, 6, 7, 8 e 9: Playa La Balconada, La Paloma)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Nova estação

E começa uma nova estação...


As flores anunciam a boa nova...


Os tempos nebulosos começam a ficar para trás...


Hora de refletir o realizado até então...



E seguir o caminho atual ou um novo caminho.



(fotos de Natã Camilo)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Ponto de vista

Porque tudo na vida depende do ponto de vista.
Cada olhar é um olhar. Não há olhar algum que seja idêntico a outro.


Até o próprio olhar pode ser feito de outra maneira que muda tudo.


Pode-se estar vendo de uma forma em um momento...

  
...e em um instante ver algo diferente.


Depende muito no que se está focando...
 

...e como se está focando.


Ou então com que filtro que se está vendo a vida.
Às vezes se vê as coisas de forma mais calorosa...


...em outras vezes de forma mais fria...


...tem vezes que se vê tudo de modo muito particular...


...outras vezes de forma mais convencional.


Tudo depende do ponto de vista de cada um e de como se faz o próprio ponto de vista.

(todas as fotos foram tiradas por Natã Camilo)

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Que nunca nos falte...

"Que nunca nos falte um sonho pelo qual lutar, um projeto para realizar, algo para aprender, um lugar para onde ir, e alguém a quem amar..." (autoria desconhecida)


(frase retirada de uma placa localizada em um restaurante na belíssima cidade uruguaia de Colonia del Sacramento, cidade que é considerada pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Circulando pelo local, percebe-se facilmente que o título é merecido. Foto de fevereiro de 2014)

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Primeiro passo

Na vida, qualquer trajetória que se queira seguir precisa, antes de tudo, que seja dado o primeiro passo.



(Passo do S, Jaquirana - RS - Brasil. Foto de Natã Camilo)